Ficha formativa

Eu com os Outros

- Relações Precoces

Clica no quadrado junto à resposta adequada

escolha acertada

escolha errada

 

1. As investigações sobre os recém-nascidos mostram que

devido à prematuridade humana o bebé é essencialmente um ser receptivo
possuem um conjunto de capacidades que estimulam os que os rodeiam para satisfazerem as suas necessidades
possuem capacidades para comunicar com os adultos
o conceito de auto-organização não se aplica aos bebés

2. Ao processo de comunicação bebés/figuras parentais chama-se

auto-regulação
auto-organização
determinação mútua
regulação mútua

3. As estratégias básicas do bebé para chamar a atenção da mãe, ou de quem dela cuida

devem ter resposta imediata para que este não fique traumatizado
são o choro, o sorriso, as expressões faciais e o contacto físico
devem ser lidas e interpretadas
são manhas a que não se deve dar muita importância pois visam manipular os adultos

4. A mãe ao ser disponível para o seu bebé e responder às suas solicitações

desenvolve-lhe sentimentos de segurança fundamentais para a sua autonomia
faz com que o mundo não lhe apareça como algo imprevisivel e ameaçador
reduz a sua ansiedade (do bebé)
torna o bebé demasiado mimado e põe em risco a sua autonomia

5. Segundo Bion as possibilidades típicas de actuação da mãe face à ansiedade do bebé são:

interpretar como manha e não ligar
responder com ansiedade à ansiedade
acolher a ansiedade sem a devolver
procurar um psicólogo

6. Segundo Bion a mãe que sabe agir adequadamente face à angústia do bebé é uma mãe

conteúdo
continente-conteúdo
continente
nenhuma das anteriores

7. Para vários psicólogos, por exemplo Donald Winnicott, as fantasias da mãe elativamente ao bebé, durante a gravidez, como conversar com ele

não têm qualquer sentido e importância para a relação futura com o bebé, pois este não percebe o que ela diz
desenvolvem a sua sensibilidade em relação às futuras necessidades do bebé
fazem parte da construção do vínculo mãe/bebé
nada contribuem para o vínculo mãe/bebé pois este processo precisa de comunicação nos dois sentidos o que só acontece depois do nascimento

8. À necessidade do bebé criar laços com outros seres humanos para assegurar protecção e segurança chama-se:

imprinting
necessidade de contacto/conforto
vinculação
estampagem

9. A mãe

tem um papel fundamental no desenvolvimento do bebé e por isso não pode ser substituida de modo nenhum sob pena da criança crescer irremediavelmente traumatizada e com desequilíbrios psicológicos
tem um papel fundamental no desenvolvimento afectivo e intelectual do bebé mas pode ser substituída por outras pessoas que dispensem o mesmo tipo de cuidados, os chamados agentes maternantes
não é a única figura de protecção e pode-se falar de vinculações múltiplas
ao partilhar com o pai os cuidados que tradicionalmente desempenhava sozinha está a duplicar a figura materna da vinculação

10. As investigações de Spitz mostraram

que os bebés criados em instituições onde os cuidados são administrados sem que se estabeleçam laços afectivos apresentavam perturbações físicas e psíquicas
que a ausência da mãe pode conduzir a perturbações emocionais, comportamentais e de desenvolvimento graves
que em instituições onde o bebé fosse bem alimentado e onde lhe prestassem todos os cuidados de saúde a falta de relações afectivas não tinha consequências graves
que os bebés criados em instituições onde os cuidados são administrados sem que se estabeleçam laços afectivos apresentavam perturbações psíquicas mas não físicas